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Sobre Vivendo do Ócio e o show que eu não fui¹



Em 2008 eu ouvi por aí, não lembro ao certo onde ou como, uma música que me chamou atenção. Era dançante, a letra era engraçada e bem feita e, acima de tudo, era rock nacional atual, bom, de qualidade. E, ah, aquele sotaque não me enganava: eles só podiam ser da minha Bahia. Corri pra internet e descobri que a tal banda havia disponibilizado um EP pra download no myspace. Baixei, ouvi, re-ouvi. Viciei, gamei, virou amor. Me apaixonei perdidamente por aquele som e passei a procurar tudo que existisse ao meu alcanse sobre aqueles meninos que, a partir de então, passaram a povoar minhas tardes, noites e intervalos do colégio. Descobri que eles eram do Centro Histórico de Salvador e tinham acabado de “trocar” de baterista. Até que em um dia aleatório em que o tédio me fez ligar a tv, me deparei com essa mesma banda participando - e vencendo - um reality show musical: o Gás Sound. O prêmio? Um contrato com a Deckdisc. A oportunidade de crescer, ser conhecida, reconhecida pela qualidade. Confesso, entretanto, que fiquei apreensiva… Será que deixando de ser “banda independente” e passando a ser “banda com gravadora”, eles iam continuar sendo os mesmos, com a mesma sonoridade e a mesma essênjcia? Surpresa boa foi aquela que eu senti quando ouvi aquele primeiro disco pra valer. De bônus, quatro músicas inéditas que me pegaram de jeito. E aí, depois disso, foi só crescimento: Bahia de Todos os Rocks, VMB… E eu ali, votanto tando quanto eu podia, divulgando como me era possível. Tinha ciúmes (e até hoje tenho) da “minha banda”, mas sabia que precisava deixar isso de lado: ver “meus meninos” crescerem era MUITO mais importante que ciúme bobo de fã. No ano seguinte, entrei no fã chat e conheci muita gente que compartilhava o mesmo sentiment; lá eu fiz amizades que guardo até hoje e sou muito grata por isso. Além disso, foi lá que eu passei a ter contato direto com a banda, o que me fez ficar ainda mais fã. Percebi que eles eram mesmo aqueles meninos simpaticos, humildes, brincalhões, “gente como a gente” e, acima de tudo, um bando de apaixonados por música e pelo que fazem. “Dá até gosto de ser fã de uma banda assim” - eu pensava comigo. Depois, vieram os shows na Inglaterra, Holanda e Itália: 2010, 2011 e meu coração a mil. O orgulho que eu sentia era uma coisa maluca de explicar, era como uma mãe que vê o filho descer do braço e dar os primeiros passos ali, fora do aconchego, da proteção. Afinal, era um mundo completamente novo pra eles e pra nós, fãs que acompanhamos tudo, desde o início. E eu que sempre critiquei fanatismo, que sempre ri de quem chorava por banda, passei a desejar um show desta como nunca desejei ir prum show antes. Esperei (não tão)pacientemente até o dia do anúncio de um show deles perto da minha cidade… Vibrei quando esse dia chegou, fiz planos, fiquei feliz. Até eu ver que a data cairia fatidicamente no dia do meu vestibular, em outro estado. Dia 10 de dezembro de 2011: o dia em que o furação ocioso dominou o Derrota Fantasy. E eu NÃO estava lá. Já chorei, já fiquei triste, já pensei besteira… Mas existe uma música deles que diz “apenas olhe com um sorriso nos dentes e não diga nada”. E eu coloquei um sorriso nos dentes, porque eu sei que um dia a minha hora chega. Eu sei que eu posso, eu sei que eu vou. Os meninos a que carinhosamente me referi se chamam Diego, Luca, Davide e Jajá. A banda, meus caros, é a VIVENDO DO ÓCIO. Nunca fui tiete, nunca fui dessas e, como disse ali, sempre critiquei e ri de quem era… É um sentimento que, na verdade, só entende quem é. Hoje, afirmo com propriedade: longe ou perto, vendo ou não, abraçando ou não: eu NUNCA vou deixar de apoiar a banda e de esperar o dia de vê-los ao vivo.

"Vocês são fogo, eu admito, queimam que nem diesel no mar”

¹texto foi escrito - entre lágrimas - na madrugada de 10/12 para 11/12, data do show.

Dois mundos

foto: WE♥IT


Por esse quarto que a cada segundo fica menor, eu me descuido pra não ficar só, mas ora bolas eu só estou só. Talvez mudar pra outro lugar possa aliviar minha dor. É uma saída pra não me lembrar, minha agonia é só por lembrar... Me diz, meu bem, o que restou pra eu guardar? Estás tão distante o que vai mudar? De longe eu vi você partir... Por onde eu devo me guiar? Esse filme eu já vi e sei bem o final, pra variar. Respiro fundo e penso porque o destino costuma atirar as coisas boas que a vida me dá. Se não mereço, por que vem me dar? Eu me recuso, não quero e não há quem me faça enxergar que nunca mais voltarei a te ver, pior de tudo é só eu querer...

(Vivendo do Ócio)

Você já ouviu Clarice Falcão?

Clarice Falcão nasceu em Recife, tem 22 anos e é filha dos roteiristas João Falcão ("O Auto da Compadecida" e "Clandestinos - O sonho começou", entre outros) e Adriana Falcão ("Se Eu Fosse Você" "O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias", entre outros), mas veio ficar conhecida do público em 2007 com o curta Laços que ganhou primeiro lugar no concurso  Project: Direct, no Youtube. Em 2008, fez a primeira personagem em novela: a Mariana, de "A Favorita" e em 2010 fez a Diana na série "Vendemos Cadeiras" no Multishow. Recentemente, a Clarice ganhou destaque mais uma vez no youtube, dessa vez com suas composições que são muito amor no coração... E é esse "lado" dela que eu vim mostrar pra vocês hoje.

Foto: Diário do Cosmopolita
As composições da Clarice falam de amor, mas de um jeito diferente... Engraçado, até. A voz dela é doce e, em alguns momentos, até me lembrou um pouco a Mallu Magalhães. Ela fala de relacionamento de uma forma meio maluca, exagerada, cômica e viciante, além do que, a música dela é daquelas que grudam na cabeça pra nunca mais soltar, sabe? "Uma canção sobre o amor" é a minha preferida (e de muita gente também, pelo que andei vendo nos comentários dos vídeos).


"Quando eu te vi fechar a porta eu pensei em me atirar pela janela do 8° andar, onde a Dona Maria mora porque ela me adora e eu sempre posso entrar..."

Quer ver os outros vídeos?

Sobre quem não ouve até o fim.

foto: UOL Musica
Ei, você! É, você aí que prefere não me ouvir, não me enxergar e sair por aí, a torta e a direita falando do que não sabe, não conhece - só ouviu falar. Mal e porcamente, aliás. Suas fontes, quais são? São confiáveis? Desataram a falar mal de mim. Mas dizem por aí que a gente desdenha fácil o que não pode ter… Soube que disseram que é tudo pose: carinha de quem não liga e recalque até o último fio de cabelo. Sou de falar na cara, ‘cê sabe. ‘Cê sempre soube. Mas falo só o que dá na telha, sabe? O que vale a pena. Me disseram uma vez que tem gente que não merece a saliva que a gente gasta quando fala… E sabe que eu acreditei? Dei pra medir agora: só falo de quem e com quem vale a minha saliva. Virei seletiva. Mas sabe o que era que eu queria mesmo? Queria mudar o mundo. Eu sou aleatória - você sabe, não me julgue. Mas eu queria, sabe? Queria mesmo, pra valer. Te juro que não é utopia, bobagem de menina besta querendo ser mulher antes da hora. É coisa séria, não é sonho não - é objetivo. E sabe essa gentinha que ri e aponta? Não vale um mililitro da minha saliva.

Velha e Louca

foto


Pode falar que eu não ligo.
Agora, amigo, eu tô em outra,
Eu tô ficando velha, eu tô ficando louca.
Pode avisar qu'eu não vou, oh oh oh... 
Eu tô na estrada, eu nunca sei da hora, eu nunca sei de nada.
Nem vem tirar meu riso frouxo com algum conselho
Que hoje eu passei batom vermelho,
Eu tenho tido a alegria como dom e em cada canto eu vejo o lado bom.
Pode falar qu'eu nem ligo: agora eu sigo o meu nariz,
Respiro fundo e canto (mesmo que um tanto rouca).
Pode falar, não importa: o que eu tenho de torta, eu tenho de feliz...
Eu vou cambaleando de perna bamba e solta...

(Mallu Magalhães)

Você já ouviu Tom Drummond?

Eu sou fã de música brasileira boa, gostosa de ouvir e a umas semanas atrás o lindo do Matheus me passou o link do Palco MP3 do Tom Drummond e foi amor no ato: já ouvi umas mil vezes e não consigo me cansar, até indiquei pra Gabi, que também gostou bastante. Daí que me deu vontade de trazer pra cá, pra mostrar pra vocês. 
Tom, SEU LINDO!

Pra conhecer quem é o Tom, segue a seguir o release oficial, escrito pelo próprio:
"Iniciei meus estudos no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, em 1993 (aos seis anos de idade), com a educadora musical Elvira Drummond ? período em que participou de inúmeros festivais e recitais, como aluno da classe de piano.
Importante ressaltar que, após esse período, teve contato com outros instrumentos como a flauta e o violão. No ano de 2001, iniciou seus estudos de violoncelo com o professor brasileiro, residente na França, Fernando Lage. Teve aulas com Jorge Lima, componente da orquestra Eleazar de Carvalho; Walter-Michael Volhardt, violoncelista da filarmônica de Friburgo (Alemanha); e recebe, desde 2006, a orientação do professor Dr. Felipe Aquino, da universidade Federal da Paraíba.
Participei dos Festivais de Músicas de Londrina nos anos de 2005 e 2006, integrando a grande orquestra por ocasião do recital de encerramento e, recentemente (2009), participei como bolsista do Festival de Inverno de Campos do Jordão.
Em Fortaleza, fiz inúmeras apresentações em emissoras de televisão, Teatro Dragão do Mar, Teatro José de Alencar, Teatro Celina de Queiroz, Auditório do Conservatório Alberto Nepomuceno e Auditório da Reitoria da Universidade Federal do Ceará.
Atualmente concluí o curso de Bacharelado em violoncelo, da Universidade Federal da Paraíba, sou integrante da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba. Estou concorrendo no 2º Festival da ARPUB, na categoria Musica & Letra, com a canção SEU SANTO."

O som dele é calminho, mas não é 'parado': é uma coisa boa, gostosa de ouvir e de cantar junto, sabe? Infelizmente, não encontrei muita informação sobre ele por aí, mas separei alguns vídeos que eu curti e que vocês também podem gostar... Vamos ver?

Da série: músicas que marcaram a minha infância



Porque Dragon Ball GT é uma das minhas melhores lembranças de infância. Porque esse cover ficou muito trabalhado no amor. E porque eu tô com saudade de postar aqui.

"Chorando e cantando"

Imagem do filme "Capitães da Areia", baseado no livro homônimo de Jorge Amado (fonte)
Quando fevereiro chegar saudade já não mata a gente: a chama continua no ar e o fogo vai deixar semente. A gente ri e a gente chora, a gente chora fazendo a noite parecer um dia. Faz mais, depois faz acordar cantando pra fazer e acontecer verdades e mentiras. Faz crer, faz desacreditar de tudo e depois, depois amor... Ninguém, ninguém verá o que eu sonhei, só você meu amor; ninguém verá o sonho que eu sonhei. Um sorriso quando acordar pintado pelo sol nascente, eu vou te procurar na luz de cada olhar mais diferente e tua chama me ilumina, me faz virar um astro incandescente. O teu amor faz cometer loucuras e faz mais, depois faz acordar chorando pra fazer acontecer verdades e mentiras; faz crer e faz desacreditar de tudo e depois, depois o amor.

(Geraldo Azevedo, pernambucano, nordestino, brasileiro).
8 de outubro, Dia do Orgulho Nordestino
 

Você já ouviu Greice Ive?

Um dos meus passatempos preferidos é sair pela internet afora "catando" músicas e cantores novos e foi mais ou menos assim que eu conheci a Greice Ive, uma cantora e compositora brasiliense de voz doce e encantadora, que entrou rapidinho pra minha playlist.


Lá no site oficial, eu descobri que ela canta desde os 5 anos e aos 13 começou a se apresentar em barzinhos, lá em Brasília. Apesar de não ser tão holofotada, duas músicas dela já entraram em trilhas sonoras de novelas da Rede Globo ("Seu Olhar", em Malhação e "Até Você Passar" em Passione), além de realizar uma performance bastante elogiada no Som Brasil e ter sido convidada pra gravar, junto com a Indie Records, o seu primeiro cd intitulado "Ao Som de Greice Ive". 
No cd, a maioria das músicas são covers (muito bem feitos, por sinal) de outros grandes artistas da nossa música, como Cazuza, Rita Lee, Jota Quest, Danni Carlos... Uma notícia ótima é que, em breve, será lançado "Sem Moldura", o segundo cd da cantora. Separei alguns vídeos pra vocês conhecerem melhor o trabalho da Greice, clica aí ;)

Bom dia :)

 
Um dia, gatinha manhosa, eu prendo você no meu coração...

Lastfm: a rede social pra quem gosta de música

Lá no post sobre o StereoMood, eu prometi pra vocês que iria voltar aqui pra falar sobre o Last.Fm, quem lembra? Pois cá estou eu, pagando promessa! rs.

Screen do meu perfil!
Segundo o próprio site, "a Last.fm é um serviço de recomendações musicais. Para usar a Last.fm, é preciso inscrever-se e fazer o download do Scrobbler, que o ajudará a descobrir novas músicas com base nas músicas que você ouve". Na prática, você baixa um plugin que se integra aos players de música do seu computador (ou iPhone, se você for toda trabalhada da rhykezah) e a alguns sites (como o Stereomood) e "importa" pro seu perfil no site o que você andou ouvido para, a partir disso, te indicar bandas e pessoas que você possa curtir, pelo seu gosto musical. Além disso, o site também te indica eventos e algumas músicas para download gratuito, disponibilizadas pelas próprias bandas. Cool, né?  Eu uso o Last.fm a menos de um ano, mas gosto bastante e deixo sempre o Scrobbler ligado e já descobri muitas bandas bacanas por lá.
Além disso tudo, a gente não pode esquecer de que o Last.fm é uma rede social, portanto permite a interação entre os membros: dá pra adicionar amigos, entrar em grupos, mandar mensagem, comentar mensagem... Ou seja: tudo que uma boa rede social tem, com o bônus de ser toda bolada em cima do gosto musical dos usuários. Pra encontrar pessoas com gosto musical semelhante ao seu, basta clicar em "vizinhos", na página do seu perfil.
No mais, explorando o site (que é super fácil de mecher!) dá pra descobrir várias funcionalidades divertidas Dá até pra ouvir algumas músicas no site e o melhor de tudo é que o acesso/cadastro é gratuito, com exceção da rádio, que é um recurso exclusivo para assinantes na maior parte dos países: se você mora fora dos Estados Unidos, do Reino Unido ou da Alemanha, poderá experimentar a Rádio Last.fm por meio de um período de avaliação gratuita com direito a 50 faixas. Depois, disso, será necessário fazer uma assinatura para ouvir a rádio (cerca de €3,00/mês) que eu acho totalmente desnecessária, já que dá pra ouvir música totalmente gratuita em outros sites. Esse é o único "ponto fraco" do site.

Para cadastrar, clique aqui
Para baixar o scrobbler, clique aqui
Para acessar o meu perfil, clique aqui

Beijinhos,
@beeislost

Esmalte da semana: give me a glam metal!


Digam olá pra minha carteira de caveirinha! hahaha
Nunca mais eu tinha postado meu "esmalte da semana", né? O problema é que minhas unhas quebraram e elas são meio retardadas pra crescer e eu não ia postar mini-cotocos aqui... Mas, agora que elas cresceram um pouco (não estão lá uma Brastemp, mas dá pro gasto!), eu volto com tudo e pra começar bem, tem até trilha sonora, haha. O esmalte que eu escolhi foi o Metal Glam, da Impala SPFW, um preto liiiiiiiiiiindo de viver com um acabamento meio metálico, meio perolado e que no fim, acaba com uma carinha de cromado, sabe? 
Clica que amplia!
 Perdoem os cantinhos mal tirados =/ É que esse bonito, o que tem de lindo tem de chato pra passar! Qualquer passadinha do pincel fora do lugar, já fica todo marcado.. E aí que eu tive medo de fuçar demais pra limpar e não ficar decente pra postar aqui... Mas tou correndo pra limpar agorinha mesmo! Usei 3 camadas e cobriu bem.
E pra quem não sabe, Glam Metal é o nome de um sub gênero do Heavy Metal que fez muito sucesso da metade dos anos 80 até o início dos anos 90 e as bandas do gênero eram conhecida por androgenia, cabelos longos e um guarda roupa com tanto brilho, mas tanto brilho que fazia inveja a qualquer drag queen (tá, exagerei aqui, não me batam!hauishiauhsuias). O fato é que o estilo conquistou uma geração e alguns dos principais nomes foram Bon Jovi, Extreme, Cinderella, Pantera (do Metal Magic ao I am the Night), entre outros... E a nossa trilha sonora de hoje é dele, do andrógino mais apaixonante da história do Glam Metal: Bon Jovi!

Beijinhos,
@beeislost

Qual é o seu "stereomood" de hoje?

Que música é bom e todo mundo gosta, não é nenhuma novidade... A novidade é, na verdade, a grande sacada dos criadores do Stereomood, que nada mais é que um serviço de streaming onde você ouve músicas de acordo com o seu humor.

"Por trás de cada música, há sempre uma emoção. Não sei porque, mas talvez seja por isso que nós amamos a música.
Assim, nós criamos uma maneira de sugerir canções que seguem os seus sentimentos: stereomood é a rádio da Internet emocional, fornecendo a música que melhor se adequa com o seu humor e suas atividades.
Como me sinto? O que estou fazendo agora?"
 
No site, você escolhe o "mood" que mais combina com você e ele vai te redirecionar pra uma playlist composta só por músicas que combinam com o seu humor no momento. O mais legal é que, caso você não encontre o mood que você quer ou até mesmo queira criar sua própria playlist, também pode e eu vou logo adiantando: o acervo do Stereomood é enooooooooooooooooorme! Além de você ouvir músicas de acordo com o que você tá sentindo, ainda acaba conhecendo várias bandas novas e renovando o gosto musical, o que é bem bacana porque queira ou não, chega uma hora em que a gente dá uma abusada das bandas de sempre, né? rs Fora que você ainda pode conectar sua conta do Last.fm (depois eu vou fazer um post sobre o Last pra quem ainda não conhece, all right?), super demais *-* 
Apesar de não ter versão em português *snif*, a interface é bem simples e é muito simples e fácil de usar: basta fazer login, clicar em uma das tags dessa tela inicial ou descer até o fim e clicar em "more tags" ou ainda, procurar o seu mood diretamente na caixa de busca (lembrando que como o site é todinho em inglês, é bem mais válido procurar as tags também em inglês). Pra quem não tá muito acostumado com sites em inglês e tals, fiz um passo a passo pra se cadastrar (na verdade nem precisa, mas eu quero deixar tudo beeeeem explicadinho, hihi):

Closer

 Dan: Eu te amo!
Alice:Onde?
Dan: O que?!
Alice: Onde está o amor? Eu... Eu não vejo, eu não toco, eu não sinto, só ouço. Eu ouço algumas palavras, mas não posso fazer nada com as suas palavras fáceis. O que você disser, é tarde demais.


ps: O trecho, a música e algumas cenas do clipe são do filme Closer - Perto Demais. Talvez eu ainda faça uma resenha desse que é, sem dúvida, um dos melhores filmes que eu já vi em toda a minha vida. Talvez, me faltem palavras pra descrevê-lo, mas se você um dia tiver a chance de assistir, assista.

@beeislost

Você já ouviu Versionalize?


Imagine um sábado tedioso, regado à uma TPM daquelas e vontade de matar todo mundo. Imaginou? Pois foi justamente em um sábado como esse que eu conheci essa belezura que eu vou apresentar pra vocês agora: Duo VS, Versionalize, Dupla VS, como queira (eu, na minha humilde opinião, prefiro Versionalize...). A blogueira que vos fala estava jogada no sofá, com uma preguiça de viver tão grande, mas tão grande que eu não esticou o braço até o controle da TV e acabou assistindo o programa do Raul Gil. Pra minha surpresa - e salvação da tarde - essa dupla se apresentou e me encantou assim, de primeira! A partir daí, corri pra internet e pesquisei exatamente tudo sobre eles..  Quer ver o que eu descobri?
O Versionalize é uma dupla do Mato Grosso do Sul, composta por Fábio Adames e Bruno Kuni. A dupla faz uma mistura de sons com influências de desde a música popular brasileira até artistas internacionais como U2, Foo Fighters, John Mayer, entre outros. Ficaram conhecidos graças ao seu trabanho no YouTube e, logo em seguida, aparições no quadro Jovens Talentos do Programa Raul Gil, no SBT.

só hoje


Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir

Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Eu sei o que você quer: rock'n'roll, baby!

"Não existe rock nacional de qualidade atualmente" - essa é uma afirmação que é cada vez mais repetida equivocadamente (vale constar) desde que a "onda colorida" se popularizou no Brasil. O fato é que existe MUITA banda boa, produzindo um som de qualidade e que vale a pena ser buscado, descoberto e apreciado, o problema é simplismente a falta de espaço na mídia. Mas, se a mídia mostra aquilo que dá mais audiência, o que justifica o fato de ter tanta gente reclamando do que tá fazendo sucesso?
O negócio é que os fans das bandas que estão na mídia lutam pela banda, conquistam "novos adeptos" e fazem a banda subir mais e mais. A lógica é simples: quanto mais uma banda é pedida nas rádios e votada em prêmios, mais os olhos da mídia se abrirão sobre ela. E é sobre uma banda excelente dessa "nova leva" que eu venho falar pra vocês.
Foto: Rafael Okent
Vivendo do Ócio é uma banda de e indie rock formada em Salvador, Bahia.
A banda surgiu em 2006, quando os amigos Jajá Cardoso  e Luca Bori se reuniram em casa para fazer um som, no Centro Histórico de Salvador. Àquela altura, completos os anos regulamentares do ensino secundário, os amigos já haviam passado por outra banda – a hardcore Trick Attack – e vislumbravam a possibilidade de montar um novo grupo, dessa vez fazendo um som diferente. Os garotos mergulhavam em referências clássicas do rock and roll, como Beatles e Rolling Stones, e abriam os ouvidos para o som contemporâneo das bandas The Strokes, Bloc Party, Maxïmo Park e Arctic Monkeys. Procuraram um baterista na internet e encontraram Mamede, que sairia da banda em 2008, dando lugar a Dieguito Reis. Em seguida Davide Bori , irmão de Luca, engrossou o som do grupo, já batizado como Vivendo do Ócio, nome inspirado nas suas tardes preguiçosas de som.
Depois do ócio, o que se seguiu foi um período intenso de trabalho – composições, ensaios, gravações e o lançamento de um álbum virtual. À moda do Radiohead (que possibilitou o download de In Rainbows gratuitamente), o Vivendo do Ócio liberou Teorias de Amor Moderno para quem quisesse baixar.
Em 2008 a banda venceu o GAS Sound, que teve como prêmio a gravação de um CD pela Deckdisc. Gravaram 14 faixas de autoria própria que compõem o álbum Nem sempre tão Normal, primeiro lançamento comercial do grupo. O disco foi produzido por Rafael Ramos, que já trabalhou com Pitty, Cachorro Grande e Ultraje a Rigor, entre outros.
Outros prêmios conquistados pela banda incluem o de Show do Ano no Bahia de Todos os Rocks (2009), Melhor Artista Local no Jornal ATARDE (2009) e Aposta MTV no MTV Video Music Brasil, também em 2009. Em 2010, vieram os shows interncionais: Braziliam Day e Dublim Castle em Londres, UK e Festival Internacional de la Music em Den Haag na Holanda. Sem contar que nesse ano, eles já tem um show marcado na Itália! Já deu pra perceber que os meninos não estão pra brincadeira, né? rs

Separei alguns clipes da banda, pra vocês conhecerem o som deles:

my shine yellow



It doesn't matter what comes over
When you hold me tight
And even when you're far away
I keep following the light of our love
So don't you worry about it

(Mallu Magalhães)

bom dia-dia.


Essa música é linda e me lembra a @Lets_r, 1bj.
Vídeo Oficial aqui.

Viés



"Vai entender que não é dessas paixões de novela
É um amor libertino, pura atração daquelas de confundir a cabeça
De me deixar sem jeito, de me esmagar o peito
Pare,pense,sinta, veja, olhe, observe
Eu quero ver se você percebe essa minha paixão subliminar
E o seu prêmio será melhor do que tudo isso que falei
E que só faz sentido exclusivamente pra você
Vivo, vislumbro e analiso
Eu gosto de você
És a minha vilã, o meu vício vital
Eu necessito de você"

(Vivendo do Ócio)